O que você entende como uma prática espiritual?

Eu cresci em uma igreja presbiteriana, e a maior herança que tenho desse ambiente foi o conhecimento bíblico que tive nas Escolas Dominicais e também a minha capacidade de liderança e organização, bastante desenvolvidos no meu envolvimento com grupo de jovens. No entanto, à medida que tenho visto vários exemplos de comunidades missionais e emergentes, tenho sentido uma grande falta na minha capacidade em criar momentos de encontros com Deus ou de vislumbrar um processo de formação espiritual. A igreja protestante brasileira em geral tem poucas práticas, se de um lado a gente ganhou em não cair em ritualismos mortos, perdemos muito em não desenvolver nosso imaginário da presença de Deus em nosso meio.

Por isso tudo, tenho aprendido bastante com vários blogs de grupos missionais espalhados pelo mundo, especialmente pelo pessoal do Mustard Seed Associates, que tem feito frequentemente desafios muitíssimo interessantes para desenvolvimento prático da nossa fé. No começo do verão americano, a Christine Sine iniciou uma série buscando o ponto de vista de várias pessoas a respeito do que significam práticas espirituais, desde então, tenho visto posts surpreendentes de pessoas que tem esse encontro com Deus através de várias atividades bem do dia a dia, vale à pena ver e acompanhar! Veja uma lista atualizada do que foi publicado até agora.

A despeito da minha grande inexperiência nessa área, também fui convidado a compartilhar alguma prática espiritual, conforme já compartilhei com vocês, minha fraqueza evidencia como isso se tornou em um grande desafio para mim, no entanto já preparei um texto sobre minhas corridas como práticas espirituais, espero publicar a versão em inglês até amanhã e compartilho em português até o final da semana.

2 respostas para “O que você entende como uma prática espiritual?”

  1. Interessante, Luís, que na igreja que eu frequento tem uma classe da escola bíblica dominical de práticas espirituais. É uma igreja presbiteriana (IPB). Não sei ainda dos detalhes por estar chegando lá. Não sei o quanto pode-se dizer que esse interesse no assunto seria um caso isolado ou se haveria alguma tendência em centros urbanos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *