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Assisti o Hulk, gostei muito da edição, o diretor nos levou a um clima de quadrinhos bastante legal, acho que dos heróis mostrados na telona , Hulk foi quem teve uma das melhores versões. Fui me preparando para a pisada de bola na criação do monstro, mas não achei tão ruim assim.

Lembrei do Ceres, quando ele lembrou todas as musiquinhas dos desenhos (não animados) da Marvel: “Bruce Banner é um cientista…”

Em um diálogo bastante interessante, o pai de Bruce Banner justificava o processo que acabou afetando seu filho como uma forma de se transpassar os limites dados por Deus e que dava uma sensação de poder e liberdade, a mocinha (que não lembro o nome) replicou que além dos nossos limites encontramos outras pessoas… achei uma boa sacada!

Coincidentemente, estou lendo Mentoria Espiritual (de James M. Houston), o livro é um pouco difícil para quem não estudou filosofia como eu, o autor faz uma diferença entre indivíduos e pessoas, como no filme, os indivíduos querem explorar ao máximo sua liberdade e particularidade, mas quanto mais liberdade alguém exerce, menos liberdade um outro alguém vai ter. O Cristianismo aparece como um fator humanizador, transforma o indivíduo em pessoa, à medida que a vida com Jesus Cristo nos faz conhecermos realmente a nós mesmos diante de Deus e assim, considerarmos o outro, assim como Cristo fez.

A expressão do indivíduo desumaniza, só com Jesus Cristo, temos a oportunidade de mudança em nossa vida e experimentar uma convivência que Cristo mesmo definiu como unidade e que foi provado mais tarde com a primeira comunidade cristã.

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