Log da semana: a 37 semanas do IMB14

Completei a semana dom 8:02hs de treino, tive um treinamento da empresa na quinta e um sábado com vários compromissos das crianças, o que ajudou também a desviar meus focos de perda de peso, quando você passa o dia com pãezinhos de queijo a menos de 2 metros, o sacrifício de passar o dia incólume é grande. Nadei 1:49hs (3 treinos), 50 minutos de musculação, 2 horas de corrida e 2:34 hs de bike, vou tentando me consolar a desfrutar meus últimos treinões de bike com menos de 3 horas, foi um bom treino, embora tenha treinado mais, mantive também uma velocidade maior.

Terminei a semana com 93.3 kgs, mas 27.6% de gordura, fraquezas admitidas no dia de treinamento na quarta e na festinha de aniversário de ontem.

Próxima semana eu termino com uma meia maratona na Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar, embora seja uma prova, pretendo encarar como um treinão, tanto que não quero perder o treino de bike do sábado, acho importantes demais essas oportunidades de pedalar em Cumbica, minha única alternativa no momento é pedalar de rolo no estacionamento do prédio..

Log da Semana: a 40 semanas do IMB14

Completei 8:23hs de treino essa semana: 50 minutos de musculação, 2:40hs de natação,  3:03hs de ciclismo e 1:49hs de corrida. A agenda me atrapalhou fazer a segunda sessão de musculação da semana, as vezes penso em forçar horários na semana para cobrir estas faltas, mas isso mais atrapalham que ajudam, penso em progredir da forma mais natural possível.

Comecei a semana com 95.5kgs. Recebi um convite para participar de uma dupla para maratona de revezamento do Pão de Açúcar em 22/09, preciso então carregar mais na corrida a partir da próxima semana. Dois colegas tentaram me animar para o long de Pirassununga em novembro, mas ainda não dá para decidir, de qualquer forma vou ajustar o treino para, pelo menos, deixar essa porta aberta.

25 Kms pesados, mas agradáveis

Equipe "Korremos Muito"

Domingo foi dia de maratona em São Paulo. Voltamos à Ponte Estaiada, só que desta vez para correr 25 quilômetros, cheguei a correr uma meia maratona em fevereiro, em um trajeto com várias subidas e com um tempo bem mais quente. Dessa vez estava mais otimista, pois o trajeto era bem mais plano e o tempo, mais fresco. Pelo esquema que fizemos antes da prova, paramos no parque Villa Lobos e fomos até a largada de trem, brinquei com o João que faria sempre 25 quilômetros dessa prova, pois a pré-prova estava tranquila demais, pelo que tenho ouvido do percurso da maratona, me arrisco a dizer que os 25 quilômetros são o que há de melhor desta prova, passamos por retões bastante arborizados em frente ao Jockey club, em Pinheiros e finalmente o retão da raia de remo na Cidade Universitária, sei que depois da marca de 25 quilômetros, a vida dos maratonistas só piora com os dois túneis que tem que enfrentar até o final.

Outra coisa que tornou esta prova especial foi a estratégia de corrida, para uma corrida longa dessas precisamos de uma estratégia, pois então seguimos juntos, eu e o João que faríamos 25 Km e o Carlos que entrou para fazer uma maratona mesmo com o joelho em dúvida, foi algo inédito para mim, pois meus dois companheiros de corrida são bem mais rápidos que eu, mas estas circunstâncias permitiram que começássemos juntos e imprimíssemos um ritmo que fosse sustentável até o final da prova. E nesse ritmo de 9,5 Km/h ou 6:30 para cada Km, seguíamos ora conversando, ora tirando sarro de alguma situação, checando sempre se o joelho do Carlos aguentava e assim foi até o Km 17 quando o João sentiu que era hora de apertar o ritmo e seguiu, enquanto isso eu e o Carlos completamos o marco de meia maratona em 2h 18 min, bem melhores e ainda mais tranquilos que a meia maratona que fiz em Fevereiro, quando entrei no portão da USP no Km 22 senti um alívio enorme sabendo que só um retão me separava do final, comecei a apertar e deixei o Carlos para pelo menos manter o ritmo da corrida e terminar a corrida em 2h45min, como pudemos falar a prova inteira, o que me faltou foi força nas pernas e não pulmão. O Carlos terminou a maratona 2h e 20 minutos depois. Não sei se terei outra oportunidade de correr outra prova como esta, fiquei muito bem impressionado pelo que pude experimentar aquela manhã.

Neste mundo, presumivelmente é assim que as jornadas são percorridas, em companhia, e assim é bem mais prazeiroso, Jesus mesmo, quando mandou seus aprendizes para pregar em toda Israel, mandou-os de dois em dois, o caminho deles seria chato demais de se fazer sozinho, de dois em dois, um pelo menos lembrava alguma situação, ou alguma piadinha, tirava sarro de outra situação e assim um fortalecia o outro.

um ano, outro post: 2010

Acabou 2010, PH dormiu e as meninas estão fora, cheguei a ouvir uma excelente mensagem do Mars Hill e comecei a copiar alguns CDs para meu notebook,e vendo tantas retrospectivas pela blogosfera não resisti em pensar e escrever a minha, tenho muito medo de esquecer alguma coisa relevante e deixar alguém chateado, mas falando rapidamente, começamos esse ano de forma fantástica em Fortaleza, mais propriamente no Beach Park, compramos um ticket para 1 semana e passamos momentos muito legais lá, visitamos também a Igreja Batista Central de Fortaleza o que nos emocionou bastante; depois de Fortaleza, fomos a praia mais duas vezes aproveitando competições de Biathlon e Triathlon, o que adiciona um negócio muito legal, que são as viagens que fazemos com a família para as competições, cheguei a fazer três Triathlons no ano, fora o Biathlon de Fevereiro e até uma maratona aquática que fiz na minha academia, foi bem legal poder competir nestas provas, principalmente o triathlon de São Vicente, era algo que fazia parte de alguns sonhos há um tempo atrás e hoje tenho as fotos e vídeos de como é tudo isso.

Em casa, trabalhamos para eliminar meu escritório e transformá-lo em quarto para Maria Ester, foi uma grande mudança, uma pequena consequência, além disso tive a alegria de festejar meus 40 anos com bastante gente querida e também de festejar os 5 anos do Pedro com seus amigos. Pudemos nos envolver bastante em conhecer melhor os pais da escola dos meus filhos, algo que tem nos feito criar boas raízes no bairro onde moramos.

Tivemos a desagradável perda do Sr. Luiz, pai de minha esposa no final do ano, de tão rápido e inesperado, ainda tentamos pensar no que aconteceu.

Minha participação como guest blogger, rendeu minha participação no livro Viral Hope, o que foi uma enorme honra para mim, pude também participar na revisão de um livro de um colega de São Francisco, fora isso promovi algumas tentativas totalmente fracassadas de juntar um pessoal para momentos de compartilhar e isso resume meu envolvimento missional no ano. Me senti bem desconectado no ano, esse isolamento acabou me lançando em um secularismo terrível. Mas tenho esperança, isso por que Deus não deixa as coisas simplesmente assim, e assim sigo. Cheguei a escrever mais nesse blog esse ano, gostaria de me organizar mais para compartilhar melhor o que tem ocorrido, cheguei a pensar em postar uma foto por dia, mas vamos ver o que será viável.

Desejo que 2011 possamos provar muito mais do que Deus tem nos ensinado. À medida que pudemos ver um crescimento bem grande das redes sociais, espero que aprendamos a tirar proveito desse envolvimento para ações reais nesse mundo que a gente vê dia a dia.

Agora sim!

Sou um triatleta!

Fiz aquele triathlon em 21 de abril, mas o fato de não ter terminado toda a natação foi meio frustrante, dessa vez, uma vez que apareceu a oportunidade de retornar a Taubaté para fazer outro triathlon quis aproveitar para terminar essa “lição em aberto”.

Depois de uma semana com muito calor, foi surpreendente sair de São Paulo com um tempo tão fechado com chuvas ao longo da viagem, temia pela temperatura da água e pelas condições da pista, se encontrasse a pista molhada, iria travar na bicicleta. Foi uma pena não poder levar a turma de casa para assistir a prova, as crianças passaram a semana com viroses ainda não curadas, por isso contei com a companhia da minha mãe e outra amiga da família. Quando fui experimentar a água, tive a péssima notícia de ver meu relógio pifando, não iria mais contar com monitoramento nenhum, de qualquer forma, enquanto não sair o resultado oficial, pude contar com os tempos das fotografias tiradas.

Natação – Passei estes meses buscando me convencer de que conseguiria cumprir toda a distância (duas voltas de 375m) sem problema, li a respeito de respiração, do pânico que se sente em águas abertas quando não se respira bem e algumas técnicas. Me ajudou muito participar de uma maratona aquática na academia quando pude nadar por 25 minutos na piscina, acabei nadando 1250 metros a um bom ritmo, mais um recurso para me convencer que podia. Ao começar, fiquei com a turma do fundão que não queria ficar batendo e apanhando ao contornar a bóia, e pude manter bastante controle no meu ritmo. Foi engraçado encontrar uns caras que no meio do caminho tinham parado e estavam em pé, nunca tinha achado que aquele lago daria pé em algum lugar! Em um ponto, a água estava tão barrenta que todo mundo saiu com o rosto manchado, eu acabei descobrindo algumas sujeiras só em casa. De acordo com as fotos, cumpri tudo em 16:10 minutos, nada mal.

Ciclismo – Saí com a adrenalina no alto, animado em ter terminado a natação sem problemas, pude manter uma boa velocidade e, desta vez, contava com o odômetro da bicicleta, consegui me emparelhar com outras dois outros competidores, isso foi um bom sinal para mim, pois ainda não consegui ter uma rotina razoável de treinamento de bicicleta, pelas fotos, fiz tudo em 35:50 minutos.

Corrida – Por causa da carga pesada que coloquei na bicicleta, comecei a corrida com as duas panturrilhas travadas, ao terminar os primeiros 625 metros, a coxa esquerda também começou a puxar, nada que depois de mais 600 metros pudesse me acostumar, as dores sumiram ao longo do caminho, mas retornaram quando cheguei em casa até hoje, com tudo, com tudo, ainda terminei a corrida em menos de 29 minutos.

Saí muito contente por ter feito toda a prova e ter desfrutado de participar de tudo isso.

Meu primeiro triathlon

Estava fuçando meu blog antigo, é um negócio bem legal de fazer, quando dá tempo, até que encontrei um meme de 2004 (Tuesday 3) onde respondi coisas que gostaria de ter feito quando era mais jovem, coisas que gostaria de fazer hoje e coisas que gostaria de fazer quando estiver mais velho. Engraçado encontrar que uma das coisas que gostaria de fazer quando era mais jovem era uma prova de Triathlon.

Comecei a pensar mais sério em fazer um triathlon quando vi que estava ganhando condicionamento físico com os meus treinamentos no ano passado, conversei com o professor e vi que era até possível. Entrei na natação, comprei uma bicicleta de estrada e prossegui com os treinos. Até que apareceu uma oportunidade no dia 21 de abril na unidade de aviação do exército em Taubaté. E assim foi um dia muito gostoso com um bom tempo legal, levei a turma de casa e eles gostaram bastante.

A prova é a Short Triathlon que envolve 750m de Natação, 17,4 Km de Ciclismo (o short tem 20 Km) e 5 Km de Corrida.

Natação

Na natação - 375mEram duas voltas de 375 m em um lago com 120 nadadores, faríamos um triângulo até o início e voltaríamos para mais uma volta, a passagem da primeira bóia foi realmente maluca, parei um tempo, tinha um cara pedindo para o pessoal ter calma e como eu estava por dentro, era muita gente disputando um espaço só, não dá para passar sem levar tapa ou chute, por conta disso, acho que fiz o ritmo tão forte que cheguei acabado no final dessa volta, cheguei pensando que não conseguiria fazer a outra volta e acho que isso me derrubou, tentei entrar duas vezes no lago e simplesmente travei. Tenho evoluído bastante na piscina, no entanto, tenho que praticar mais nados em águas abertas. De qualquer forma, a organização me liberou para desfrutar a etapa de ciclismo e corrida.

CiclismoNa bike, 17.4 Km

Chegando em Taubaté, descobri que meu odômetro quebrou, pretendia manter uma velocidade de 30 Km/h e agora a corrida dependia do meu feeling, no final, consegui manter o ritmo que pretendia: com transição e tudo fiz 43’10”. A sensação da corrida é realmente muito gostosa, mas sei que tenho que correr mais.

Corrida

na corrida, 5 KmComecei esta parte final às 11hs com aquele medo do calor, olhava para o céu e nada de nuvem, até me surpreendi com o meu ritmo de 6′ cada Km. Os soldados foram bastante solícitos em disponibilizar água para a hidratação e esfriamento, pois estava bastante calor. Como o final foi bem tranquilo, tinha prometido às crianças que eles terminariam a corrida comigo e foi assim, muito legal!

Vendo os meus tempos e o desempenho médio do pessoal, parece que fui passear lá, fiz de tudo para não atrapalhar o pessoal que queria competir pra valer, ganhei a medalha, mas não foi aquela coisa, pois não fiz 100%, no entanto, a experiência da transição, da natação foi muito legal, quero fazer outro logo, mas vou me preparar um pouco mais, temos um outono e inverno para melhorar meus fundamentos e vamos ver se na primavera volto a curtir realmente tudo isso. Acho que depois de experimentar tudo isso, não dá para parar mais.

Correndo na rua

Uma coisa muito legal de corrida na rua, é que correr na rua implica que você passe pelas ruas. Muitas ruas que outrora você passa de carro ouvindo rádio e preocupado com o trânsito à frente, agora você tem a oportunidade de passar em uma velocidade bem menor (às vezes nem tão menor assim), e também tem a oportunidade de sentir a textura da rua (conhecer melhor os buracos que você passa), e ver o que há ao redor de um ângulo muito diferente. E é isso que dá o charme de várias maratonas ao redor do mundo, onde você pode passar por lugares muito conhecidos. As grandes cidades do mundo fazem suas maratonas como uma forma das pessoas verem e sentirem o que há de mais bonito nelas, toda vez que vejo alguma foto da maratona de Roma, vejo os corredores à frente do Coliseu. Como não posso falar nada de maratona posso falar que entrar no meio da Av. Paulista, por exemplo, depois de trilhar 14,5 Kms de São Silvestre foi para mim uma emoção muito grande.

Já corri três vezes no Minhocão, e embora não ache o melhor lugar do mundo para correr, pois é um lugar fechado demais para bater algum vento para refrescar, por outro lado é bem legal, ver o pessoal nas janelas dos apartamentos vendo os corredores passar, como minha velocidade ainda não é tão grande, esse ainda é um prazer bem interessante destas corridas. Por isso que correr essas provas que a prefeitura fez foi bem interessante também, minha esposa fala que uma das coisas que ela pensava era onde acabavam as ruas que ela passava, e onde outras ruas levavam, e foi uma oportunidade rara de conhecer algumas destas ruas e de correr em algumas ruas do Perus, do final da Inajar de Souza na Freguesia do Ó e da Casa Verde e matar a curiosidade em ver a vida por trás de toda paisagem bonita ou feia que se veja.

Nós como caçadores de corridas baratas, corremos 15 Km neste último final de semana em Barueri, tive essa mesma experiência, embora hajam algumas ruas que não são tão bonitas assim, foi legal passar nessas ruas e ver o pessoal em casa vendo a gente passar, alguns esperando todos os corredores passar para sair, ir à igreja, passar à frente de uma Igreja Presbiteriana Independente aberta para Escola Dominical indiferente ao que acontecia, uma igreja Deus é Amor meio vazia instalada numa garagem com uma senhora orando no púlpito e um cachorro no corredor entre as cadeiras. Coisas que não via há muito tempo, foi um cenário que mostra a simplicidade da vida que a gente muitas vezes despreza no dia a dia.