Abstração

Não sei se esta é a palavra certa, mas isso tem sido resposta ao desafio de alguns treinos chatos que tenho. Como não vivo em uma cidade litorânea amigável a bicicletas onde poderia treinar no mar e fazer os treinos de bike na rua, tenho um rolo para fazer os treinos de bike na semana útil assim como arrumei (já falei anteriormente) um elástico para poder treinar na pequena piscina (para treino) que tenho em meu condomínio. Como não há muita novidade no trajeto o desafio é não ficar maluco olhando para o cronômetro para ver quanto tempo já tive de treino e quanto falta para terminar, e para essas coisas, o tempo não ajuda muito, pois você começa a nadar com elástico, pensa que já nadou muito e quando vê está próximo dos 10 minutos de treino, pensa que já pedalou muito e vê que passou somente 4 minutos da última vez que olhou para o cronômetro.

Então a respostas para mim foi “abstrair”, começar a pedalar e pedalar e pedalar e evitar olhar para o cronômetro. Isso me ajudou essa semana, treinei em uma piscina que também não era lá muito grande e não podia treinar com meu elástico (faço isso somente na certeza de que não vou monopolizar a escadinha), comecei a nadar e olhar somente quando tivesse alguma noção de que o treinamento realmente levou tempo, minha primeira olhada no cronômetro levou 25 minutos, foi uma vitória! A segunda olhada seria para terminar o treino, e assim foi: aos 46 minutos de treino.

Tenho levado isso para meus treinos longos de bike, hoje fiz por volta de 12 voltas no percurso de Cumbica, vou pedalando sem imaginar muito quanto já foi e quanto falta, somente nos últimos 100 minutos faço uma contagem regressiva. Tem funcionado!

Log da semana: a 17 semanas do IMBR14

Finalizo este confuso segundo bloco com 15:34hs de treino, 50 minutos de musculação, quando tentei aumentar o peso em alguns exercícios, principalmente os de perna; 3:35hs de natação, 4:18hs de corrida e 6:50hs de bike. O calor dessa semana tem sido o grande desafio dos meus treinos, principalmente os longões de bike e corrida, na bike, senti que fiz a última volta (pouco mais de 30 minutos) meio desidratado, o Gatorade e a água já estavam quentes e tinha que torcer chegar para tomar a água e Gatorade gelados que tinha guardados em minha geladeira, mas não consegui fazer a segunda volta de corrida depois dos 131 quilômetros rodados e com aquele sol de 30 graus. Hoje fiz o longo de corrida no Horto Florestal, com muito mais subidas e descidas do que meu percurso da semana passada, resolvi dar uma volta de 40 minutos por fora do Horto, o que colocou em risco o restante do treino, o calor e a subida da Luís Carlos Gentile Laet fez com que eu fizesse os 40 minutos finais de treino no “survivor mode”, coisa que me lembra as corridas que fiz nos Longs do ano passado.

Próxima semana é o descanso e restauração para um terceiro bloco mais denso.

Esta semana fiz um bike fit, foi interessante, o Marcos da Bike North avaliou minha flexibilidade, a curvatura das minhas costas onde localizou uma sinfose (acho que é isso) que me dá uma flexibilidade até média, levou em conta a força da minha perna direita a despeito da esquerda (que tem uma placa vinda de um atropelamento de 25 anos atrás) que a deixou com um centímetro de diferença da outra (coisa que até já vi falarem mas já não levava mais em conta) e considerou o quanto rodo e minhas aspirações, o tipo de coisa que não se considera quando somente se levanta ou abaixa o selim ou o gudião. Ele viu que eu estava muito estendido, por isso trocou a mesa, diminuiu a distância do meu clip e propôs trocar meu selim por outro que considere minha utilização do clipe, coisa que devo fazer na próxima visita, além disso, ele mudou o encaixe da minha sapatilha para que evitasse o atrito com o pedal, é só ver o pedivela que você vê a marca da minha sapatilha. Sugeriu também mudanças na minha forma de pedalar e na minha posição, coisa que tentei fazer bastante ontem, tenho mais duas visitas para ajustes finais, acho que isso vai ajudar muito para que as dores nas costas das últimas provas não ocorram mais.

25 Kms pesados, mas agradáveis

Equipe "Korremos Muito"

Domingo foi dia de maratona em São Paulo. Voltamos à Ponte Estaiada, só que desta vez para correr 25 quilômetros, cheguei a correr uma meia maratona em fevereiro, em um trajeto com várias subidas e com um tempo bem mais quente. Dessa vez estava mais otimista, pois o trajeto era bem mais plano e o tempo, mais fresco. Pelo esquema que fizemos antes da prova, paramos no parque Villa Lobos e fomos até a largada de trem, brinquei com o João que faria sempre 25 quilômetros dessa prova, pois a pré-prova estava tranquila demais, pelo que tenho ouvido do percurso da maratona, me arrisco a dizer que os 25 quilômetros são o que há de melhor desta prova, passamos por retões bastante arborizados em frente ao Jockey club, em Pinheiros e finalmente o retão da raia de remo na Cidade Universitária, sei que depois da marca de 25 quilômetros, a vida dos maratonistas só piora com os dois túneis que tem que enfrentar até o final.

Outra coisa que tornou esta prova especial foi a estratégia de corrida, para uma corrida longa dessas precisamos de uma estratégia, pois então seguimos juntos, eu e o João que faríamos 25 Km e o Carlos que entrou para fazer uma maratona mesmo com o joelho em dúvida, foi algo inédito para mim, pois meus dois companheiros de corrida são bem mais rápidos que eu, mas estas circunstâncias permitiram que começássemos juntos e imprimíssemos um ritmo que fosse sustentável até o final da prova. E nesse ritmo de 9,5 Km/h ou 6:30 para cada Km, seguíamos ora conversando, ora tirando sarro de alguma situação, checando sempre se o joelho do Carlos aguentava e assim foi até o Km 17 quando o João sentiu que era hora de apertar o ritmo e seguiu, enquanto isso eu e o Carlos completamos o marco de meia maratona em 2h 18 min, bem melhores e ainda mais tranquilos que a meia maratona que fiz em Fevereiro, quando entrei no portão da USP no Km 22 senti um alívio enorme sabendo que só um retão me separava do final, comecei a apertar e deixei o Carlos para pelo menos manter o ritmo da corrida e terminar a corrida em 2h45min, como pudemos falar a prova inteira, o que me faltou foi força nas pernas e não pulmão. O Carlos terminou a maratona 2h e 20 minutos depois. Não sei se terei outra oportunidade de correr outra prova como esta, fiquei muito bem impressionado pelo que pude experimentar aquela manhã.

Neste mundo, presumivelmente é assim que as jornadas são percorridas, em companhia, e assim é bem mais prazeiroso, Jesus mesmo, quando mandou seus aprendizes para pregar em toda Israel, mandou-os de dois em dois, o caminho deles seria chato demais de se fazer sozinho, de dois em dois, um pelo menos lembrava alguma situação, ou alguma piadinha, tirava sarro de outra situação e assim um fortalecia o outro.

Direito ao silêncio

Estava pensando nisso nessa semana na praia, a medida que não temos como deixar de escutar uma música alta que disparam ao nosso lado, o sujeito que se acha no direito de tocar música alta a despeito da opinião de todos ao redor está invadindo minha privacidade e perturbando minha paz está de certa forma me violentando. Hoje mesmo encontrei um artigo muito interessante no Estadão a respeito: “O silêncio perdido”

Ser civilizado seria, assim, ser urbano: polido, educado, não invasivo, discreto, silencioso, responsável, participativo. Como na origem dos tempos, aliás, quando a polis grega foi traduzida na civitas e na urbe romanas, ampliando e entrelaçando seus significados. Palavras como política, cidade, urbanidade, civilização e civismo vieram daí. Cidadão tornou-se o indivíduo com direitos e deveres de cidade, isto é, referidos não somente ao espaço físico, mas também aos espaços públicos, compartilhados em comum com todos os habitantes.

Estávamos na praia, e no meio da tarde apareceu uma família com uma senhora caixa de som e começou a tocar para todos que estivessem na praia, uma senhora foi reclamar lá, eles riram de forma debochada e continuaram o show. Uma hora depois, apareceu dois policiais e eles falaram que só foi uma mulher reclamar com eles. É nessa base que funcionam estas coisas, no constrangimento. Foi algo que me deixou bem chateado.

Um mundo em que cada um faz o que acha que dá na cabeça acaba no pleno caos, acho também que o silêncio é o tipo de coisa que deveria ser mais levado em conta e algo mais discutido, pois é o espaço que temos e que dividimos com outras pessoas, se atento ao pudor tirando a roupa na frente de todos quando todos podem fechar os olhos, atentaria da mesma forma quando toco o que quero para todo mundo ouvir quando a única forma de evitar meu constrangimento seria saindo do local.

Tenho em mente que ser cidadão é saber dividir o espaço com todos, e isso envolve fechar os vidros do meu carro quando quero ouvir uma música mais alta, usar fones de ouvido para isso em casa ou prestar a atenção na movimentação de casa levando em conta o horário.

O motorista que buzina alucinado, o ônibus que trafega com o escapamento estourado, o motoqueiro que extrai o máximo de sua moto, a construtora que bate estacas em horários obscenos e o adolescente bem-nascido que barbariza seu prédio não têm relação alguma com o “caráter nacional”. Não são exemplos de espontaneidade e alegria, mas de má-educação. Expressam uma coletividade que perdeu consciência de si mesma, que se está tornando indiferente e pulverizada em ilhas de individualismo possessivo. São deformações e caricaturas perversas de uma cultura fundada na informalidade excessiva, produtos da modernização desregrada, excludente e predadora em que vivemos.

Natal é Natal, Jesus é Jesus

Me chamou a atenção hoje de manhã, uma notícia que saiu no Estadão de hoje:”Decoração de Natal ”esquece” do Menino Jesus” , não é nenhuma surpresa, apenas uma constatação de um fortalecimento da cultura secular de um tempo para cá. É uma notícia chocante, mas não acho ruim.

Acho chocante porque de uma certa forma é uma rejeição a Jesus, embora grande parte dessa rejeição seja, na verdade, uma rejeição a agenda da igreja cristã dominante. Muita gente ainda considera muito a pessoa de Jesus, embora não seja para adorá-lo, nem seguí-lo, mesmo assim, Jesus só é rejeitado, quando se toma a imagem que a igreja tem feito dele, desse Jesus, as pessoas não querem saber. Agora, a rejeição a Jesus existe desde que ele começou a pregar, não é necessário que ninguém o defenda, nem saia sacrificando Papais Noéis como já cheguei a ver.

Não acho ruim, o Natal de 2010 é só a consolidação de um movimento secular que vem caminhando firme há muito tempo e vai se fortalecer ainda mais. O mundo que a gente conhece hoje vai buscar paz, justiça e prosperidade sem o Deus que a gente conhece e vai se virar dessa forma independente de sabermos se ele vai conseguir isso ou não.

A celebração de Jesus no Natal vai ser cada vez mais particularidade daqueles que o seguem, isso não é o tipo de coisa que deve ser imposta, (a nós mesmos, a sociedade quer impor padrões estranhos ao que cremos e temos sentido que ter valores impostos não é nada agradável) chegou o momento que a presença de Jesus no Natal será manifesta de forma intencional, simples, mas poderosa nos grupos que convivem com Sua presença.

Então, não adianta reclamar que o Natal é consumo e não há nada de Jesus, virou consumo mesmo, o hoje a noite, muitas famílias vão celebrar a chegada do primeiro Apple com seu IPad e a oportunidade de estampar a chegada da maçãzinha em seu carro, varias outras vão servir comida que não da para comer em uma refeição só, a refeição continua até domingo ou segunda. Agora, a chegada de Jesus no Natal depende da decisão que você tomar para sua família de celebrar hoje mas também de viver essa realidade todos os dias.

Ainda bem que ganhei no meu aniversário, um DVD do Charlie Brown que tem o “Natal do Charlie Brown”, espero assistir essa tarde e começar essa celebração.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=dsSZys1pVbA]

Feliz Natal com a presença de Jesus em sua casa!

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007  e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.

Vou votar na Marina

As pesquisas de hoje trouxeram a notícia bastante alentadora de uma esperança de segundo turno, essa massificação do voto no poste do presidente me desanimava muito. Parece que o país virou um zumbí sorrindo a qualquer besteira que o presidente fala.

Estava com meu voto definido no Serra, fiquei aborrecido com a campanha dele desde o começo, acho que o marketeiro dele foi escolhido pelo Aécio, de qualquer forma acho que se ele passar para um segundo turno, ele não teria a menor chance. Por isso mesmo passei a pensar em votar na Marina no próximo domingo, se for ela que passar para o segundo turno (que espero que tenha) a trajetória dela é bem mais factível do que a do Serra, que está totalmente estacionado. Sem contar a imagem dela que está bem mais ligada a uma esperança de uma política melhor.

Acho que já defini minha “colinha”

Presidante – Marina 43

Senadores: Aloízio 451 e o do PV 430 (Ricardo Young)

Governador: Alckmin 45

Federal: Roberto Freire 2323

Estadual: Carlos Alberto Bezzerra 45321

Vida de serviço – a prática

Há um tempo atrás estava com a mensagem de Jesus na cabeça:

“se alguém lhe mandar caminhar uma milha com ele, vai com ele duas”,Mateus 5:41

mais ou menos justificando um negócio que queria fazer, até que recorri ao “The Message” do Eugene Peterson quando vi um correspondente fascinante:

Se alguém tirar uma vantagem de você de forma injusta, use a ocasião para praticar a vida de serviço“,

achei muito interessante, você sai no trânsito e até a esquina você fatalmente encontra sempre alguém querendo tirar vantagem de você lá, na nossa cultura não falta gente querendo furar a fila, qual a resposta de Jesus a isso, fazer justiça? Não, faça valer sua vida de serviço, humildade, mesmo para quem é folgado.

Teve um dia, um carro quis furar a enorme fila aguardando no farol vermelho para entrar na avenida Santa Inês à esquerda, para isso, ele fechou meu acesso livre para virar à direita, quando vi um versículo no vidro de trás, fiquei tão transtornado pelo péssimo testemunho que já fui gritando com o carro gospel perguntando se eles tinham aprendido isso na igreja que iam. Meu momento louco de stress.

O plano de Jesus não parece tão pragmático assim, é muito mais sutil. Mas a fé está aí para isso, para que a gente creia que isso é verdade, o melhor, que isso é a verdade, e que é assim que o mundo vai ser ganho, tenha fé.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=L0HhHLHLHaA]

Por que ainda falo da Igreja

Uma citação que gostei muito hoje que encontrei no blog do JR Woodward (The Role of the Church):

O papel da igreja é cultivar gente que ‘arrisca a ser pacificador em um mundo violento, arrisca ser gentil em um mundo tão competitivo, arrisca a ter fé em um mundo cético, arrisca a ser manso em um meio que admira a força, arrisca amar quando não poderá ser correspondido, porque estou certo que em Cristo nós somos renascidos para uma nova realidadeJohn Howard Yoder

E aí você fala, é realmente difícil encontrar igreja assim, muito difícil, em geral as igrejas cultivaram tantos interesses que acabaram perdendo essa essência, mas é essa esperança que me faz pensar constantemente nisso, desejar essa realidade para minha casa e meus amigos e tentar. Sigo caminhando nessa esperança.

Esperança Viral

Como já compartilhei aqui, ano passado, fui convidado pelo JR Woodward, de Los Angeles,  a compartilhar boas notícias do Reino de Deus às pessoas da minha cidade. Foi, no geral, um trabalho fantástico, que envolveu pessoas de várias partes do mundo compartilhando vários pontos de vista a respeito do Reino de Deus.

Esse trabalho foi compilado em um livro, seu nome é Viral Hope e já foi disponibilizado a venda na Amazon e em outras livrarias americanas.

O livro foi muito bem coordenado pelo JR Woodward, e foi prefaciado por Scott McKnight, com recomendações de Andrew Jones, Alan Hirsch e Alan Roxburgh entre outros e reflexões de David Fitch, Christine Sine, Jason Clark entre vários outros além da minha pequena participação, fazer parte de uma equipe destas foi uma grande honra.