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Ontem assisti o filme “Por um fio“, um filme super tenso, mas também bastante curto, faz tempo que queria assistir um filme assim. Um publicitário bastante influente (Stu) se encontra encurralado por um franco atirador em uma cabine telefônica em Nova York, o franco atirador força o cara a pedir desculpas pois ele aproveita a cabine para ligar para sua amante.

O chocante foi ver o desnudamento que Stu acaba promovendo no meio de todo o pânico, assume que sua vida era uma mentira, que vivia em uma mentira e que tudo o que conquistara era para tentar mostrar algo que não era. Coincidentemente, desta vez coincidentemente mesmo (ou não tanto, pois o Espírito Santo nunca deixa ponto sem nó!) estava lendo “A vida que você sempre quis” de John Ortberg, em um capítulo em que ele falava a respeito de aparências, daquilo que se faz para tentar impor uma imagem do que não se é, fruto da necessidade de aceitação que geralmente temos, mas da vinculação direta de aceitação ao que somos/damos/apresentamos. Ele sugere a disciplina do silêncio, fazer coisas que ninguém irá descobrir (“Não saiba a mão direita o que a esquerda faz”,”o Deus que o vê em secreto o recompensará” disse Jesus).

Uma comunidade que manifesta graça deveria curar isso tudo, o amor incondicional de Jesus Cristo cura realmente isso, e seu amor em nós deveria gerar a solução para esta grande necessidade.

Vejo pessoas buscando encher a vida de coisas sem saber o que ele mesmo é, muitas igrejas também dão o ambiente propício para as pessoas montarem seus ministérios para receber aceitação de outras e não dão essa solução que Jesus dá.

Jesus Cristo é a solução para o vazio da vida e dá a todos nós condições completas de compreendermos quem somos nós realmente e vivermos felizes por sermos aceitos por Ele, solução para pessoas que nunca entraram na igreja tanto para pessoas que construíram sua “carreira” dentro dela.

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