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Parcialidade Superinteressante!

Comprei a Superinteressante desse mês que analisa o trabalho de Paulo e levanta a polêmica daqueles que querem desprezar suas cartas de todo cânon do Novo Testamento, dizendo que a teologia que ele pregou distorceu o que Cristo falou.

É Superinteressante constatar que quando há reportagens sobre Jesus e sua passagem na história, estas sempre ignoram o relato dos evangelhos canônicos (Mateus, Marcos, Lucas e João), estes que foram escritos em um período super recente à ressurreição de Cristo e tem os exemplares mais antigos de toda a literatura universal constatando sua existência e passividade à contestação daqueles que viveram aquela época. Desta vez, ignorando mais uma vez estes evangelhos, a reportagem preferiu um certo “evangelho dos Santos”, encontrado no século passado, mas que certamente foi rejeitado pela igreja na época, ou por não existir ou por não ser nada confiável naquela época (senão contaríamos com eles hoje).

Soube (não pela Superinteressante) que entre o segundo e terceiro século surgiram vários evangelhos sobre Jesus Cristo, mesma época quando geralmente surgem lendas a respeito de qualquer mito. Puxa vida! Por que estes evangelhos sempre tem que ser os mais confiáveis? Só porque falam algo diferente dos evangelhos canônicos? Porque falam o que alguns desejariam ouvir?

A revista vende pela polêmica que sempre levanta, e é importante saber que quando se compra a revista, não se compra informação e sim polêmica, apenas isso. Verdade? Mentira? Não importa, se é polêmico, há lugar!

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Ontem assisti o filme “Por um fio“, um filme super tenso, mas também bastante curto, faz tempo que queria assistir um filme assim. Um publicitário bastante influente (Stu) se encontra encurralado por um franco atirador em uma cabine telefônica em Nova York, o franco atirador força o cara a pedir desculpas pois ele aproveita a cabine para ligar para sua amante.

O chocante foi ver o desnudamento que Stu acaba promovendo no meio de todo o pânico, assume que sua vida era uma mentira, que vivia em uma mentira e que tudo o que conquistara era para tentar mostrar algo que não era. Coincidentemente, desta vez coincidentemente mesmo (ou não tanto, pois o Espírito Santo nunca deixa ponto sem nó!) estava lendo “A vida que você sempre quis” de John Ortberg, em um capítulo em que ele falava a respeito de aparências, daquilo que se faz para tentar impor uma imagem do que não se é, fruto da necessidade de aceitação que geralmente temos, mas da vinculação direta de aceitação ao que somos/damos/apresentamos. Ele sugere a disciplina do silêncio, fazer coisas que ninguém irá descobrir (“Não saiba a mão direita o que a esquerda faz”,”o Deus que o vê em secreto o recompensará” disse Jesus).

Uma comunidade que manifesta graça deveria curar isso tudo, o amor incondicional de Jesus Cristo cura realmente isso, e seu amor em nós deveria gerar a solução para esta grande necessidade.

Vejo pessoas buscando encher a vida de coisas sem saber o que ele mesmo é, muitas igrejas também dão o ambiente propício para as pessoas montarem seus ministérios para receber aceitação de outras e não dão essa solução que Jesus dá.

Jesus Cristo é a solução para o vazio da vida e dá a todos nós condições completas de compreendermos quem somos nós realmente e vivermos felizes por sermos aceitos por Ele, solução para pessoas que nunca entraram na igreja tanto para pessoas que construíram sua “carreira” dentro dela.

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Esta semana estava preparando uma apresentação sobre programações relevantes e me deparei acidentalmente com o texto da Relevant Magazine Christianism 0.0 (não tão acidentalmente, pois, como você pode ter reparado, tenho buscado esse assunto constantemente), diante dessa nova busca bastante necessária em se apresentar de uma forma que as pessoas entendam nossa mensagem, me vem uma pergunta: o que é ser relevante?

– Está longe de pegar o que os outros fazem e apresentar substitutos com uma cara cristã, no texto, Keith Giles afirmou que o mundo evangélico acabou criando um mundo paralelo em que tudo o que tinha no mundo pode se encontrar na “Arca evangélica” somente com roupagem diferente, com pouca essência do que Cristo queria, vejo grandes semelhanças com o novo mercado “gospel” em nosso país. Pessoas se convertem e podem colocar seus filhos em escolas gospel, ouvir rádio e TVs gospel, ler revistas e jornais gospel, ir a bares gospel, viajar para resots gospel etc. Já ouvi numas das marchas, um desabafo dos organizadores colocando o povo evangélico como um povo significativo na cidade, um povo que consome, se diverte etc. Para quais investidores estava falando? Para que?

– Jesus Cristo mostrou um approach diferente, acho que ser relevante neste mundo significa não se isolar do mundo, ele ia a sinagoga mas estava direto com as pessoas (as ímpias e pecadoras), disso vejo minha necessidade em conviver neste mundo, mas mostrar novidade de vida através do caráter de Cristo em mim, mostrar uma mensagem que os outros entendam sem desprezar nem abandonar sua linguagem, respeitar seus valores e amar estas pessoas por quem Cristo morreu.

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Domingo o Pastor Ed René nos deu uma mensagem de tirar o fôlego, pelo menos constatou que eu não estou louco, pois mostrou seu desconforto com a igreja evangélica brasileira hoje à qual apresenta a oportunidade cristã somente para os religiosos e mostrou seu sonho e uma igreja para os não religiosos, para que as pessoas só tenham uma única conversão: a do reconhecimento de Jesus Cristo como único salvador sem a necessidade da segunda conversão para os padrões e tradições evangélicas… não somos tão poucos assim!

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Passei os últimos três dias em um processo de análise estratégica para o negócio que trabalho, meu chefe alocou uma sala em um hotel de Alphaville, muito petisquinho e conversamos muito a respeito de como está o mercado de carpete e quais nossas oportunidades e ameaças, foi estenuante, estou quebrado, mas é um tempo bastante recompensador, uma vez que se tenham os frutos dessa reunião em mente.

No entanto, considerando o post de terça, fico pensando por que não vemos isso tanto (ou quase nada) no Reino para alcançar as pessoas e dar a elas uma real esperança de vida? Uma reunião para avaliar as forças, fraquezas levantar oportunidades… Estou aberto para quem estiver interessado e começarmos a discutir e agir.

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Comecei a ler “A vida que você sempre quis” de John Ortberg,, uma leitura bem mais leve depois de “Mentoria Espiritual”, mas não menos importante, ele escreve a respeito de disciplinas espirituais baseado no livro de disciplinas de Dallas Willard (não me lembro o nome), encontrei o poema abaixo pela terceira vez nesse ano:

A terra está repleta do céu,

E cada sarça comum ardente por causa de Deus;

Mas somente quem percebe tira as sandálias.

O restante se assenta ao redor colhendo as amoras.

Elizabeth Barrett Browning

Aurora Leigh

As outras duas vezes foram no livro “Janelas da Alma”, de Ken Gire e “Porque Jesus é diferente” de Ravi Zacharias. Achei interessante a proeminência desses versos, talvez um chamamento para que as pessoas não esperem tanto o extraordinário para ver Deus e desfrutá-lo nos momentos ordinários do dia a dia, nos quais ele age também (foi meio redundante, mas para fortalecer o fato de que Deus está presente, e está conosco em TODOS os momentos).

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Essa semana, resolvi iniciar o plano de 40 dias de leitura de “Uma vida com Propósitos“, de Rick Warren, (além de um plano devocional especial que resolvi implementar) é que o livro tem 40 capítulos para serem lidos e meditados durante os 40 dias, comecei a ler por reconhecer a importância do livro e do autor, de alguma forma creio a princípio que tenho bem resolvido o propósito de Deus para minha vida no momento:

1º dia – Deus me fez para um propósito neste mundo – OK

2º dia – Todas as minhas características refletem o propósito que Deus tem para mim – OK

3º dia – As coisas que eu faço refletem aquilo que sou direcionado – Ok, fortalecer meu foco

4º dia (hoje) – O propósito de Deus para minha vida é eterno, o que faço nessa vida é quase nada ao que vou fazer na eternidade… – PUTZ!!!! É mesmo!

Constatar isso faz muita diferença, mas o dia a dia nos faz esquecer isso super-fácil e acabamos nos dedicando tempo demais para investimentos aqui, viver pensando que nossa vida é somente um cisco na nossa vida eterna pode nos fazer nos orientar mais nos relacionamentos, na beleza do que Deus nos dá e em fazer com que outras pessoas desfrutem de tudo isso.

Espero demorar mais para perder essa perspectiva!

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Assisti o Hulk, gostei muito da edição, o diretor nos levou a um clima de quadrinhos bastante legal, acho que dos heróis mostrados na telona , Hulk foi quem teve uma das melhores versões. Fui me preparando para a pisada de bola na criação do monstro, mas não achei tão ruim assim.

Lembrei do Ceres, quando ele lembrou todas as musiquinhas dos desenhos (não animados) da Marvel: “Bruce Banner é um cientista…”

Em um diálogo bastante interessante, o pai de Bruce Banner justificava o processo que acabou afetando seu filho como uma forma de se transpassar os limites dados por Deus e que dava uma sensação de poder e liberdade, a mocinha (que não lembro o nome) replicou que além dos nossos limites encontramos outras pessoas… achei uma boa sacada!

Coincidentemente, estou lendo Mentoria Espiritual (de James M. Houston), o livro é um pouco difícil para quem não estudou filosofia como eu, o autor faz uma diferença entre indivíduos e pessoas, como no filme, os indivíduos querem explorar ao máximo sua liberdade e particularidade, mas quanto mais liberdade alguém exerce, menos liberdade um outro alguém vai ter. O Cristianismo aparece como um fator humanizador, transforma o indivíduo em pessoa, à medida que a vida com Jesus Cristo nos faz conhecermos realmente a nós mesmos diante de Deus e assim, considerarmos o outro, assim como Cristo fez.

A expressão do indivíduo desumaniza, só com Jesus Cristo, temos a oportunidade de mudança em nossa vida e experimentar uma convivência que Cristo mesmo definiu como unidade e que foi provado mais tarde com a primeira comunidade cristã.